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EMPREENDEDORISMO NO MUNDO GLOBALIZADO

Para entender dados de empreendedorismo no mundo vamos fazer uma análise da pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor) onde é feito um estudo anual sobre o nível do empreendedorismo em vários países.

Esse estudo foi feito em 2016, o de 2017 ainda não foi publicado. 

EMPREENDEDORISMO NO MUNDO, GEM.

Esse estudo sobre empreendedorismo no mundo iniciou-se em 1999, fruto de uma parceria entre a Babson College a London Business School.

Atualmente, é a mais abrangente pesquisa anual sobre empreendedorismo no mundo, que explora o papel do empreendedorismo no desenvolvimento social e econômico.

Decorridos dezoito anos, o número de países participantes da pesquisa continua em ascensão, atingindo a marca de 65 países dos cinco continentes, que representam 70% da população e 83% do PIB mundial.

Em cada país, equipes nacionais analisam os dados de amostras estatisticamente representativas da população, com o objetivo de identificar as atitudes da população em relação à atividade empreendedora.

São analisado as taxas de empreendedorismo, as motivações e as características dos empreendedores e de seus empreendimentos, além das condições para empreender.

Quando comparada a outras pesquisas sobre empreendedorismo, a pesquisa GEM apresenta aspectos distintivos que ressaltam a importância de seus resultados para a formulação de políticas e programas de apoio a novos empreendimentos.

Entre estes, se destacam: a utilização de fontes primárias de dados com foco no indivíduo e não em empresas.

É utilizado um conceito ampliado de empreendedor, também são feitas consulta a especialistas que atuam no campo do empreendedorismo.

Estas características levam à identificação do processo empreendedor em todas as suas fases.

 Também identifica atividades empreendedoras informais.

O âmbito da pesquisa GEM leva em conta qualquer tentativa de criação e desenvolvimento de novos negócios ou criação de novas empresas,como o trabalho por conta própria.

A participação brasileira no GEM ocorre desde o segundo ano de sua realização, sendo aperfeiçoada a cada edição com a consideração de novos temas.

A análise do empreendedorismo no mundo que é feita no GEM adota uma visão processual considerando as diversas etapas que caracterizam o fenômeno.

O EMPREENDEDORISMO NO MUNDO  POR GÊNERO

empreendedorismo no mundo GêneroEm relação ao gênero a maior parte dos países apresenta uma supremacia masculina no desenvolvimento de novos empreendimentos.

As exceções ficam a cargo do Brasil e do México, que apresentam as taxas mais balanceadas de empreendedores entre homens e mulheres responsáveis por novos negócios.

No Brasil a TEA (taxas específicas de empreendedorismo) é de 19,9% para mulheres e 19,2% para homens o que pode ser considerado uma distribuição bastante equilibrada.

Este dado demonstra a importância das mulheres para a formação da TEA e é coerente com dados anteriores.

Nos anos de 2013 e 2015 as diferenças entre as taxas masculina e feminina foram de 0,2 e 1,4 pp (pontos percentuais) respectivamente.

O México, por outro lado, apresentou uma diminuição expressiva na diferença entre homens e mulheres a frente de novos negócios, de 3,8 pp em 2013, e 3,9 pp em 2015, para apenas 0,7 pp em 2016.

Já a Índia e a Alemanha merecem destaque pela maior disparidade entre gêneros. 

Seguindo a tendência dos anos anteriores, a Índia apresenta 5,9 pp de diferença entre a TEA masculina e feminina.

 Enquanto 7,6% da amostra de mulheres indianas pesquisadas são responsáveis pela gestão de novos negócios.

Dos homens pesquisados 13,5%  atuam em atividades empreendedoras iniciais, uma porcentagem que representa quase o dobro da taxa feminina.

 Na Alemanha a TEA da população masculina (6%) também é quase o dobro da feminina (3,1%).

No Brasil os percentuais de homens e mulheres entre os empreendedores iniciais têm se mantido semelhantes ao longo da década.

Como é possível notar, os resultados de 2016 mostram uma leve supremacia feminina entre os empreendedores iniciais, com 51,5%, enquanto a participação masculina foi de 48,5%.

PERCENTUAL DE EMPREENDEDORISMO POR COR

empreendedorismo no mundo, percentual por cor.O estrato mais representativo é o de pessoas com cor de pele parda, tanto entre os empreendedores iniciais (54,4%) como entre os estabelecidos (49,8%).

 A segunda cor de pele mais representativa é a branca, com participação de 30,5% entre novos negócios e 36,2% em negócios estabelecidos.

Preta TEE Taxa de empreendedores estabelecidos 12,6, TEA Taxa empreendedores iniciais 14,3.

Em resumo, pode-se dizer que os empreendedores iniciais no Brasil são predominantemente mulheres, com uma média de:

(51,5%) São mulheres;

(30,3%) Tem entre 25 e 34 anos;

(28,8%) Tem segundo grau ou estão cursando;

(46,4%) Estão cursando o ensino superior;

(41,7%)  São casadas;

(54,4%) Tem pele parda.

Já os empreendedores estabelecidos:

(57,3%) São homens;

(30,1%) Tem idade entre 35 e 44 anos;

(34,6%) Possuem renda familiar entre três e seis salários mínimos;

(38,1%) Possuem segundo grau completo ou estão cursando o ensino médio;

(45,7%) São casados;

(49,8%) Tem pele parda.

BUSCA  POR ÓRGÃOS DE APOIO.

É possível esperar que empreendedores de baixa escolaridade e sem apoio de especialistas encontrem maiores dificuldades em planejamento, gestão financeira e mercadológica, dentre outras demandas relevantes para o sucesso do negócio.

Dentre os que buscam ajuda, 68,1% procura apoio no SEBRAE, sendo esta a entidade mais reconhecida entre os empreendedores.

O segundo lugar de buscas fica com o SENAC (19,0%), seguido pelo SENAI (14,9%).

A maior participação relativa de empreendimentos nas áreas de comércio e serviços frente aos empreendimentos industriais explica a maior procura pelo SENAC.

Outras instituições, como a ENDEAVOR, as Associações Comerciais, e os Sindicatos Patronais somam 12,3% de procura.

Este quadro demonstra a relevância do sistemas para o desenvolvimento das atividades empreendedoras no país.

EMPREENDEDORISMO NO MUNDO, SETORES DE ATIVIDADE.

empreendedorismo no mundo, setores de atividade A pesquisa evidenciou que no Brasil o setor de serviços orientados para o consumidor foi o grupo que mais recebeu novos empreendimentos (69%).

O que se pode notar é que essa não é uma particularidade do Brasil, mas é realidade.

 A explicação para isso pode estar relacionada à menor necessidade de capital e um retorno mais rápido dos valores investidos no negócio no setor de serviços se comparado com os outros setores.

No entanto, o resultado apresentado não pode prescindir de análise da conjuntura econômica brasileira e global. 

Os dados apresentados guardam semelhança com estudos que mostram o declínio da atividade industrial e o crescimento do setor de serviços.

Sendo assim, a mudança estrutural que vem ocorrendo no sistema produtivo como um todo mostra seu efeito na atividade empreendedora.

Dos países que possuem as maiores proporções de serviços orientados para o consumidor, a Índia cresceu no ano de 2016 mais do que a China e o México.

Os valores relativos aos serviços orientados para os negócios mostram que, enquanto países como Alemanha e Estados Unidos apresentam proporções maiores do que 25%.

O Brasil apresenta 5%, estando atrás da Índia, México e Rússia.

 Já entre os empreendedores estabelecidos, que são apresentados, o cenário das atividades sofre variação.

Especialmente no caso do Brasil, a indústria de transformação ganha espaço em relação aos empreendedores iniciais e chega à 42%.

Os serviços orientados para o consumidor ainda predominam, mas agora em um percentual menor (51,4%), uma diferença de 17,6 pontos percentuais.

O setor extrativo e os serviços orientados para negócio permaneceram quase inalterados. 

Os serviços orientados para o consumidor recebem o maior percentual em todos os países listados, principalmente na Índia (78,3%) e no México (76,3%).

A Índia justifica-se pelo seu crescimento explosivo, conforme já discutido.

Já o México parece ser um resíduo da expansão de competitividade vivida em 2015. 

Uma alta concentração de serviços para o consumidor podem ser o reflexo de uma conjuntura industrial frágil ou do baixo suporte de fornecimento de serviços às empresas.

Estes serviços de suporte de outros negócios parecem ser relevantes para o desenvolvimento do país.

Uma vez que os maiores percentuais são observados nos Estados Unidos (35,1%) e na Alemanha (24,8%), países industrializados e impulsionados pela inovação.

Já os menores percentuais pertencem ao México (2,8%) e a África do Sul (3,6%), classificados como países impulsionados pela eficiência.

Com relação à Indústria de transformação, ela apresenta o segundo maior percentual em todos os países, com exceção dos Estados Unidos.

O Brasil possui números expressivos (42%), Rússia (40,3%) e África do Sul (37,8%).

Por fim, o setor extrativo é o que possui o menor percentual em todos os países, sendo inferior a 2,2% em 5 dos 8 países listados.

 A Rússia (11,2%) apresenta o maior percentual na  atividade e a China (1%) apresenta o menor.

 O percentual da Rússia é motivado pela extração de commodities energéticas (como carvão, petróleo e gás), segmento em que o país é um dos maiores produtores mundiais.

EMPREENDEDORES NOVOS.

 Quanto aos empreendedores novos e estabelecidos, as três atividades mais citadas se repetem, embora em percentuais diferentes.

São elas: serviços especializados para a construção, cabeleireiros e serviços domésticos.

O fato dos serviços especializados para construção constarem com o maior percentual em empreendedores novos e estabelecidos e não figurarem entre os nascentes.

Esses podem ser explicado pelo cenário do setor, que experimentou franco crescimento até 2014, com vultuosos investimentos governamentais.

Porém o setor viu a demanda interna cair e subirem a carga tributária, os juros e a inadimplência, o que gerou grandes prejuízos em 2015 e 2016.

O setor tem projeções menos pessimistas para 2017.

A atividade de cabeleireiros, aparece com destaque nas categorias de empreendedores.

É a segunda atividade mais citada entre os empreendedores novos e estabelecidos e a quinta mais citada entre os nascentes.

Até o fim do primeiro semestre de 2016 já havia 400 mil CNPJs de MEI, micro e pequenas empresas cadastrados nesta atividade.

O negócio tem impactado positivamente a economia brasileira e o mercado se mostra em crescimento constante, alavancado especialmente pela transformação do papel da mulher.

Não obstante, o setor apresenta um alto grau de mortalidade e de informalidade.

EMPREENDEDORISMO POR OPORTUNIDADE.

Empreendedorismo por oportunidade

No empreendedorismo por oportunidade, os restaurantes são seguidos por:

(9,2%) São de cabeleireiros e outras atividades de tratamento de beleza;

(8,9%) Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios ; 

(7,7%) Serviços de catering, bufê e outros serviços de comida preparada.

Por outro lado, no empreendedorismo por necessidade figuram:

(15,6%) Serviços especializados para construção;

(14,9%) Serviços domésticos;

(9,7%) Cabeleireiros e outras atividades de tratamento de beleza;

(7,3%) Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios.

A atividade “Restaurantes e outros estabelecimentos de serviços de alimentação e bebidas” permanece na frente entre os empreendedores nascentes, tanto para homens (12,9%), quanto para mulheres (16,7%).

Outros dois serviços relacionados com a alimentação que figuram entre as mulheres são:

(13,2%) Serviços de catering, bufê e outros serviços de   preparação de alimentos;

(9,8%) Serviços ambulantes de alimentação;

Denotando alto interesse das mulheres neste segmento.

Além dos restaurantes, os empreendedores do gênero masculino se engajam:

(11,5%) Manutenção e reparação de veículos automotores;

(6,5%) Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios;

(4,4%) Serviços especializados para construção, entre outros.

Homens e mulheres empreendedores concordam nas dificuldades enfrentadas e são similares em nível de educação e interesse em criar seu próprio negócio.

 No entanto, eles diferem quando o assunto é parceria.

Por meio de empresas parceiras as mulheres conseguem obter financiamento antecipado, que chegam inclusive a considerá-las um gatilho para início de sua atividade empreendedora.

Em especial no caso do Brasil, onde predomina um empreendedorismo por meio de atividades de prestação de serviço ou comércio em detrimento da manufatura estes parceiros podem ser fornecedores ou clientes.

Um dado que merece destaque é a atividade e o desenvolvimento e licenciamento de programas de computador não-customizáveis.

A única diretamente ligada a tecnologia e sistemas de informação, e que aparece somente nos empreendedores de 55 a 64 anos (8,2%).

Poderia se esperar que, dado a Geração Y ser tida como a mais conectada, suas atividades empreendedoras poderiam girar em torno de tecnologia, o que não se confirmou.

Considerando os empreendedores novos, entre 18 e 34 anos as principais atividades são:

(15,7%) Cabeleireiros e outras atividades de tratamento de beleza;

(7,8%) Serviços especializados para construção;

(7,3%) Restaurantes e outros estabelecimentos de serviços de alimentação e bebidas.

Com relação aos empreendedores novos de 35 a 54 anos, as atividades mais comuns são:

(12,6%)“Serviços especializados para construção não especificados anteriormente;

(12,1%) Serviços domésticos;

(10,1%) Comércio varejista de artigos do vestuário e acessórios.

POTENCIAL DE INOVAÇÃO DO EMPREENDEDORISMO NO MUNDO.

empreendedorismo no mundo

Em relação ao potencial de inovação em empreendedores iniciais, o país com maior percentual de inovação em produto ou serviço é a China (76,9%), seguido pela Índia (62,6%) e pela África do Sul (47,9%).

O Brasil apresenta o segundo menor percentual (20,4%) acima apenas da Rússia (17,5%).

Apesar de todos estes países citados serem considerados em desenvolvimento, os percentuais podem refletir seus investimentos em pesquisa e desenvolvimento.

A China e Índia foram os países que mais cresceram no cenário econômico mundial em 2016, enquanto o Brasil caiu algumas posições no ranking.

Além disso, o Brasil está na 32 posição no que diz respeito a complexidade econômica, ou seja, tem exportado mais produtos com baixos graus de capacidades e conhecimentos empregados em sua produção.

Especialmente em 2016 esta queda de competitividade pode ser atribuída ao cenário vivido pelo país.

No que diz respeito à existência de concorrentes, a posição do Brasil melhora e fica em segundo lugar (48,5%), atrás apenas dos Estados Unidos (61,6%).

Isto significa que apesar do baixo investimento em inovação, os empreendedores iniciais brasileiros têm conseguido comercializar produtos e serviços.

Pode também ser um indicativo de que os empreendimentos iniciais atuam em nichos específicos.

Já quanto a tecnologia, o país fica em último lugar, com o percentual ínfimo de 4%, sendo que tanto a Índia, como a África do Sul apresentam percentuais acima dos 50%.

 Isto significa que os empreendedores iniciais do país, estão em desvantagem com relação a competitividade global, utilizando tecnologias já tidas com obsoletas em outros países.

Minimizaria este problema, um maior investimento, tanto governamental quanto privado, em ciência, tecnologia, inovações e comunicações.

No que tange a consumidores no exterior, os empreendedores iniciais do Brasil têm novamente o menor percentual (1,8%), ficando muito atrás dos Estados Unidos (85,1%), da Alemanha (68,1%) e da África do Sul (53,1%).

MENTALIDADE EMPREENDEDORA

empreendedorismo no mundo

A mentalidade empreendedora é um conceito que está associado à percepção e avaliação interna do indivíduo sobre o ambiente no qual ele está inserido.

É a existência de condições que podem influenciar de forma positiva ou negativa na decisão de empreender.

A pesquisa realizada com a população adulta do Brasil e de países selecionados evidenciam algumas dessas influências.

 No Brasil 41,3% da população brasileira conhece alguém que iniciou um novo negócio nos últimos 2 anos.

Comparando-se com os demais países do BRICS (Rússia, Índia, China e África do Sul) o Brasil só fica atrás da China, onde 50,5% da população conhece alguém que empreendeu nos últimos 2 anos.

EMPREENDEDORISMO NO MUNDO: POTENCIAL EMPREENDEDOR. 

Potencial empreendedor

Brasil e a China são os países em que há maior potencial de empreendedores.

Ou seja, mais de um quarto da população adulta (entre 18 e 64 anos) pretende empreender nos próximos três anos.

Além disso, a vontade de empreender não parece ser vinculada às diferentes condições da economia dos países.

Percebe-se que entre países emergentes há países com menor ímpeto empreendedor como a Rússia, com apenas 5% da população adulta pretendendo iniciar um novo negócio em breve.

Os níveis médios como o México, com taxas semelhantes aos Estados Unidos (16,1% no México e 16,4% nos Estados Unidos), e o próprio Brasil, com taxas de empreendedorismo potencial acima de 28%.

Poderia se inferir que quanto maior a estabilidade política do país, mais a população buscariam atividades empreendedoras.

Pelo contrário, quanto maior a instabilidade política, o empreendedorismo se contraria face a escala do risco.

Essa hipótese é rapidamente rejeitada quando se observa que o Brasil viveu em 2016 uma grave crise política.

Mesmo assim, possui a maior proporção da população entre os empreendedores potenciais dentre todos os países.

Além disso, a Alemanha, que possui o mesmo governo desde 2005 e, está em uma situação política estável há vários anos, tem proporção de potenciais empreendedores na população relativamente baixa (8%).

Portanto, a hipótese que é levantada aqui é que a proporção de empreendedores potenciais em uma determinada região é mais influenciada por fatores culturais do que por fatores econômicos ou de estabilidade política.

A pesquisa GEM e bem completa, se você tiver interesse pode acessar o site do SEBRAE onde você encontra a pesquisa completa.

A pesquisa GEM ajuda a termos um quadro mais claro sobre o empreendedorismo no mundo.

Podemos ver como e afirmado na pesquisa que o empreendedorismo no mundo continua crescendo.

Quando você decide empreender, todos colhem o beneficio do seu crescimento.

 

Fonte: Sebrae, pesquisa GEM.

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Como empreender na crise,21 ideias para empreender.

Como empreender na crise e uma pergunta que vem sendo feita a um bom tempo no Brasil, a crise vai passar, sedo ou tarde, mas uma pergunta vai continuar, como empreender na crise?

Você faz parte da estatística dos brasileiros que foram afetados pela crise?

Está buscando uma forma alternativa de gerar renda extra ou iniciar seu negócio próprio?

Quer algo a mais, mas não tem nem uma ideia de negócio?

Então você veio ao lugar certo.

Você vai ouvir falar por ai que crise é sinônimo de oportunidade, eu acredito nisso, pois sempre vai haver pessoas chorando e outras vendendo lenço.

Próximo de uma das maiores crises da história, Irving Kahn começou sua carreira em Wall Street em 1928, aos 23 anos.

No ano seguinte, em meio à Grande Depressão, dobrou seu capital ao “prever” que o pior estava por vir.

Antes da maior crise da história, vendeu uma posição antes da queda e foi um dos poucos a sorrir enquanto o mundo desabava para 99% dos investidores daquela época.

Em toda crise, por pior que seja, sempre haverá oportunidade. Quantas pessoas não estão saindo agora da zona de conforto como você buscando alternativas para vencer esse desafio da crise.

Com a oportunidade da crise você se pega exercitando músculos que não usaria se tudo estivesse bem.

Apesar da recessão, o Brasil ganhou 10 mil novos milionários na passagem de 2015 para 2016, segundo relatório sobre riqueza divulgado pelo banco Credit Suisse.

De acordo com o levantamento, o número de milionários brasileiros subiu de 162 mil para 172.

Vamos as ideias de como empreender na crise  para que você saia do ponto “A para o ponto B”segundo a sua necessidade financeira.

Lançamento

Como empreender na crise:

  • 1- Como empreender na crise com uber.
  • 2- Como empreender na crise com Uber Eats.
  • 3- Como empreender na crise com youtube.
  • 4- Como empreende na crise como afiliado.
  • 5-Como empreende na crise com blog.
  • 6- Como empreender na crise com importação de produtos.
  • 7- Como empreender na crise com e-commerce.
  • 8- como empreender na crise como secretária remoto.
  • 9- Como empreender na crise  como dog walker.
  • 10- Como empreender na crise com cosméticos a pronto entrega.
  • 11-Como empreender na crise com franquias.
  • 12-Como empreender na crise com consultaria.
  • 13-Como empreender na crise como cabeleireiro, maquiador a domicilio.
  • 14-Como empreender na crise com chocolates caseiros.
  • 15-Como empreender na crise com lingerie.
  • 16-Como empreender na crise como infoprodutor.
  • 17-Como empreender na crise hospedando cães.
  • 18-Como empreender na crise cozinhando para fora.
  • 19-Como empreender na crise dando aulas em casa.
  • 20-Como empreender na crise editando vídeos.
  • 21-Como empreender na crise com produtos artesanais.

1- Motorista uber

Uma boa forma de como empreender na crise é o Uber, devido a mudança no cenário econômico essa e uma alternativa muito boa para gerar renda, A Uber não divulga dados, mas afirma que o crescimento de parceiros motoristas, atualmente, está na casa dos dois dígitos semanalmente.

Se você tem um carro que esteja dentro do padrão estabelecido pela empresa é um forte candidato para fazer parte do Uber. 

Atualmente, a gama de carros aceitos pela empresa é maior. Para ser motorista da Uber é necessário ter no mínimo 21 anos, ter carteira de trabalho e ficha sem antecedentes criminais.

2- Uber Eats

Quem não gosta de um bom serviço de delivery? O Uber lançou, o seu serviço de entrega de comida Uber Eats no Brasil.

A primeira cidade a receber o aplicativo de delivery no país será São Paulo, que conta com mais de 15 mil restaurantes, o app já está disponível na App Store, da Apple, e na Play Store, para aparelhos Android.

Você escolhe quando quer dirigir:

Você pode fazer entregas apenas durante algumas horas por dia, o dia inteiro ou somente nos fins de semana. Você é o seu próprio chefe e tem liberdade total para escolher quando quer dirigir.

Escolhe seu veiculo:

Dependendo das regras na sua cidade, você pode fazer entregas com seu carro, bicicleta ou moto. Adquira um veículo e eles  vão se comprometer com o resto.

Ganhe seu dinheiro:

Você vai ganhar dinheiro fazendo entregas para as pessoas. Aproveite o seu tempo da forma que for melhor para você.

O Uber Eats é uma boa alternativa, apesar de não estar em todos os estados do país. Se você tem interesse pode dar uma olhada para ver se já esta disponível em seu estado. Uber Eats.

3- Youtube

O Youtube e outra boa alternativa de como empreender na crise, você deve estar acompanhando o fenômeno dos youtubers que já foram convidados para os mais variados canais de televisão. Mostrando assim o poder da mídia alternativa.

Vamos usar como exemplos 3 canais populares:

Venom extreme, Eduardo Faria tem um faturamento que vai de 3 a 56 Mil Dólares por mês.

Felipe Neto, o empreendedor serial famoso pelo programa Não Faz Sentido tem um faturamento que vai de 1 a 21 Mil Dólares por mês.

Canal nostalgia, Felipe Castanhari tem um faturamento que vai de 6 a 69 Mil Dólares por mês.

Tem muitos outros pelo Brasil é pelo mundo ganhando muito mais que esses exemplos, você também pode.

Tudo depende da estratégia e da paixão pelo conteúdo comunicado, existem varias formas de monetizar um canal no youtube, basta ter um bom conteúdo e pessoas engajadas com o assunto que você escolheu comunicar.

4- Afiliado

Afiliado é uma ótima maneira de como empreender na crise ou fora dela, esse é um mercado que cresce muito no Brasil e no mundo, existe todo um cenário para esse mercado, como cursos, e-books, eventos é etc.

Tudo para você se tornar um profissional dessa área, Mas o que é um afiliado?

Um Afiliado é alguém que participa de um programa de afiliados a fim de receber comissões pela indicação de produtos de outras pessoas, seja um produto digital ou físico.

Existem varias plataforma para se trabalhar com programas de afiliados algumas bem conhecidas outra nem tanto, mas vou citar algumas delas aqui:

  • Hotmart
  • Amazom
  • Submarino
  • Google Adsense
  • Lojas Americanas
  • Shop time
  • Livraria Saraiva

São muitas as alternativas para esse mercado,coloquei aqui os mais populares ao meu ver, basta escolher qual se identifica e começar a promover os produtos.

5- Empreender com blog

Como empreender na crise com blog

Empreender com blog foi a minha alternativa, faz mais de um ano que planejo empreender com blog, mas criei varias desculpas na minha mente para não colocar o projeto em andamento.

Talvez você já escolheu seu nicho de mercado assim como eu, talvez escolha nesse poste, a dica que lhe dou é planeje com calma não acredite em pessoas que não estudaram, não leram sobre seu mercado.

Não pergunte ao padeiro onde comprar jóias não é o mercado dele. São poucas as exceções de pessoas que trabalham em uma área e tem uma mentalidade avançada para vários  tipos de negócios .

Para empreender com blog você precisa de um nicho de mercado que goste, para ser prazeroso a criação de conteúdo, pode fazer um curso ou pesquisar sobre marketing de conteúdo.

Precisa de uma hospedagem, um domínio para seu blog, um CMS ou seja sistema de Gerenciamento de Conteúdo (do inglês Content Management System), sugiro o wordpress.org é grátis com uma qualidade sem igual.

Empreender com blog pode ser muito lucrativo e claro se você tiver a mentalidade certa.

6- Importação de produtos

 

Como empreender na crise com importação de produtos.

Segundo investidores, estudantes e empreendedores do ramo compensa sim investir e importar, mesmo quando o dólar está em alta, pois mesmo com o aumento o investidor ainda consegue tirar sua margem de lucro sobre as vendas.

Você consegue comprar um produto importado verdadeiro, seja qual for o mercado, por um preso bom é revender mesmo sem CNPJ.

Outro fator importante é sobre o próprio reajuste pelo investidor, ele pode muito bem fazer um pequeno aumento para compensar essa variação do dólar, e quem é consumidor vai entender pelo fato de que a crise está afetando a todos.

Mas o aumento não é obrigatório, isso vai depender de cada pessoa. Se você tem interesse pode descobrir tudo sobre o potencial desse mercado, como comprar para uso próprio, vender com alta lucratividade pode dar uma olhada nesse conteúdo da academia do importador.

7- E-commerce

e-commerce brasileiro faturou em 2016 o total de R$ 53,4 bilhões, crescimento de 11% em relação a 2015. Para 2017 a previsão é que o setor alcance R$ 59,9 bilhões, segundo a ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico).

Segundo a T-index, o mercado brasileiro de varejo eletrônico vai assumir a 4ª posição no ranking mundial.

Se você se identifica com esse mercado e uma ótima alternativa.

8- Secretária Remota

 

Remote secretary, como empreender na crise como secretaria remoto.

Hoje, com a ajuda de recursos tecnológicos, é possível oferecer o serviço de secretária realizado a partir de casa.

O serviço é muito requisitado por pequenas e médias empresas e profissionais autônomos e inclui desde a prospecção de novos clientes e agendamento de reuniões até a transferência de ligações (como se estivesse no mesmo local de quem a contratou).

Eu mesmo já pensei em ter uma secretária remota, mas é algo para um futuro distante ou não tão distante.

O serviço da secretaria remota é cobrado por hora, você  pode definir com o cliente um pacote mensal, com um numero ”x” de horas.

Caso ultrapasse o limite, você avisa e combina os extras com o cliente. A secretária pode atuar como MEI (Micro Empreendedor Individual), fornecer nota fiscal para seus clientes (o que ajuda a não configurar vínculo empregatício), o retorno pode ser bem significativo.

9- Dog walker

A ideia foi importada e está ganhando muitos adeptos aqui no Brasil. Os donos de cachorros que trabalham o dia todo contratam dog walkers para passear, alimentar e brincar todo dia com os animais. O serviço geralmente é cobrado por mês.

10- Cosméticos a pronto entrega

O Brasil continua seguindo como o terceiro maior mercado consumidor mundial de produtos de beleza, atrás apenas da China e dos Estados Unidos.

A expectativa, dizem os especialistas, é de que o setor volte a apresentar aumento no faturamento ainda neste segundo semestre de 2016, crescendo a taxas cada vez maiores até pelo menos 2020.

Entre os mais conhecidos temos Avon, Natura, Jequeti é Racco. Claro que a venda passiva pode gerar lucro, mais uma estratégia de venda ativa pode gerar um lucro muito expressivo.

11- Franquias

Franquia e uma ótima forma de empreender, pois esse modelo de negócio já foi validado portanto o risco e bem menor.

Uma franquia custa na média de 80 mil reais, podendo variar para mais ou para menos dependendo do modelo de negócio e do retorno financeiro.

Existe um tipo de franquia chama de micro franquia que pode variar de $3 mil a 20 mil reais, com um retorno do investimento em até 12 meses.

12- Consultoria

Consultoria

Se você acabou de ser demitido ou saio de sua empresa, tem expertise em um mercado pode começar uma carreira de consultor, mas o que faz um consultor? O consultor tem a função de auxiliar seu cliente em sistemas de gerenciamento de projetos, bem como no controle dos mesmos.

A tecnologia nos permitiu fazer alavancagem de uma maneira nunca vista antes. Basta ter a estratégia certa.

13- Cabeleireiro, maquiador é manicure a domicílio

Essa é uma situação  comum na vida de qualquer mulher.

Como se arrumar para aquele batizado no domingo de manhã? O que fazer quando surge um compromisso social de última hora, à noite, e as unhas precisam de um trato? Nos horários em que o salão não pode atender às necessidades femininas, faz falta uma indicação de profissional para fazer um penteado ou um make em casa.

Para este tipo de demanda, surgiu o The Beauty 247, uma espécie de “Uber da Beleza”, focado em conectar, a qualquer hora, as usuárias a um menu de maquiadores, cabeleireiros e manicures cadastrados por cidade.

A iniciativa de duas gaúchas, Luisa Potrich e a publicitária Fernanda Rosa. Até agora, são 700 profissionais registrados em todo o Brasil (cerca de 180 somente em Porto Alegre).

Aqui, muitos deles já foram testados, inclusive pelas próprias sócias, apaixonadas por maquiagem e afins.

Usuárias  podem dar sua opinião sobre aspectos como pontualidade e qualidade do atendimento. Há opções de make na capital a partir de R$ 60.

Percebe como funciona a mente empreendedora, achar uma solução para resolver uma necessidade do mercado.

Se você pode resolver uma necessidade do mercado você têm um business.

Como funciona o the Beauty 247:

Crie seu perfil, anúncios e mostre para o Brasil o que você sabe fazer de melhor. A equipe  faz uma análise do seu portfólio para garantir a qualidade.

Você pode escolher aceitar ou não as solicitações, de acordo com a sua agenda profissional e disponibilidade.

Pronto! Você administra sua agenda e seu local de trabalho jamais será monótono.

14- Chocolate caseiro

Chocolate caseiro e uma ótima maneira de como empreender na crise, já trabalhei com a distribuição, produção e venda de chocolates caseiro por um tempo, ele tem uma boa aceitação de mercado principalmente no inverno.

Até cheguei a pensar em abrir um CNPJ para profissionalizar e ter uma maior abrangência de mercado, mas não era esse meu foco, a atividade era provisória.

15- Lingerie

Minha irmã vendeu por um tempo lingerie como uma fonte alternativa de renda, não são somente as mulheres que consomem lingeries no Brasil: atualmente, 20% dos compradores são homens que escolhem modelos para suas esposas, namoradas e até mesmo parentes. Segundo o site liga da lingerie. 

O mercado de lingerie é um segmento da indústria têxtil que fatura mais 30 bilhões de dólares anualmente em todo mundo.

Palavras como espartilha, fio dental, asa delta, meia taça, três quartos, com ou sem bojo, sete oitavos, discretas, com ou sem renda, fitas, ousadas, babados, decotadas, pequenas, médias, grandes, plus size, comestíveis, em todas as cores e texturas ganharam força nas últimas décadas e mudou o vestuário feminino.

O Brasil é o quinto maior produtor desse mercado no mundo. Segundo os dados da ABIT, Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção, são produzidas 1,5 bilhão de peças por ano que movimentam aproximadamente 3,6 bilhões de reais.

16- Seja um infoprodutor

Infoproduct production, como empreender na crise como infoprodutor.

A tecnologia de streaming permitiu nascer um novo mercado, o mercado de áudio e vídeo entregue a onde você está através do seu computador ou smartphone. Isso possibilitou a criação de aulas em vídeo, audiolivros é livros digitais os famosos “e-book”. 

O infoproduto consiste, em informações e conteúdo digital: imagens, vídeos e textos que podem ser convertidos em e-books, videoaulas, artes gráficas e outros conteúdos que possuem alto valor agregado.

17- Ganhe dinheiro hospedando cães

Se você gosta de cachorro e quer aumentar a renda, uma boa ideia pode ser abrir as portas da sua casa e transformá-la em lar temporário para petz.

Para tornar isso possível, algumas plataformas foram criadas com a finalidade de conectar os donos aos amantes de bichos. Nesse caso, as duas partes saem ganhando.

18- Cozinhar para fora.

Cozinhar

 

Cozinhar para fora sempre vai ser lucrativo, você deve ficar de olho nas tendências do mercado. Comida saudável e algo que está em alta prevista como uma grande tendência em 2017 e em todo o mundo.

Comida caseira que já e algo natural, bem conhecida do público em geral.

19-  Dar aulas em casa

Essa atividade eu não preciso ser bem especifico, qualquer coisa que você sabe que você tenha conhecimento para dar aula, já e um negócio ou uma fonte alternativa de renda. basta saber como divulgar sua expertise.

20- Editor de vídeo

O marketing digital, a produção de infoprodutos gerou a necessidade de novos profissionais no mercado.

Se você tem essa expertise pode se cadastrar em um site de freelance para  trabalhar como editar de vídeos.

21- Vender produtos artesanais.

Produtos artesanais são produtos de nicho que podem ser vendidos por um bom valor comercial. Em todo o País, cerca de 8,5 milhões de brasileiros fazem do artesanato o seu pequeno negócio, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Juntos, esses Microempreendedores movimentam mais de R$ 50 bilhões por ano.

 22- Redator de conteúdo.

Como empreender na crise

Saber se comunicar com seu público-alvo através de conteúdo atrativo é tarefa para os especialistas em criação de conteúdo.

Este profissional deve saber escolher a melhor forma de expressão para seu cliente se comunicar através de sites e redes sociais.

Ele pode trabalhar de forma autônoma e buscar seus próprios clientes ou trabalhar para uma agência de conteúdo. Domínio da língua portuguesa é fundamental para esse profissional.

23- Marketing de rede

Como empreendedor na crise com marketing de rede e seus desafios até o objetivo.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Marketing de rede, network marketing ou marketing multinível é um mercado que eu posso falar com a devida convicção que e altamente lucrativo, uma ótima maneira de como empreende na crise. 

Se você leu a página sobre do blog, verá que desenvolvi essa atividade por anos, usei essa atividade para modelar mentalidade.

Resolvi mudar a direção das velas para realizar um sonho e meu propósito que descobri graças ao desenvolvimento pessoal que esse seguimento me permitiu, com a sua ótima escola de negócios.

Atualmente quem regulamenta as empresas de vendas diretas no país é a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), na qual adotou o código de conduta da World Federation Direct Selling Association (WFDSA) apoiando tanto a venda direta como o Marketing Multinível.

Diferente do Brasil, outros países já demonstram um grande crescimento econômico neste setor. Segundo a Direct Selling Association (DSA)

27% do PIB americano são provenientes da indústria do Marketing Multinível;

24% do PIB japonês é proveniente da indústria do Marketing Multinível;

20% dos milionários americanos construíram sua fortuna com negócios baseados em Marketing Multinível;

O setor já representa 96,7% do faturamento do setor de Vendas Diretas.

Eu vi pessoas como eu fazendo $250,00 reais, $300,00 com marketing de rede, mas também vi pessoas fazendo $3 mil, $5 mil, $ 15 mil, $80 mil, $500 mil reais por mês, podendo chegar a mais dependendo da politica da empresa, vendendo produtos e associando novos empreendedores.

Todo negócio, mercado ou seguimento tem amadores, onde tem amador tem oportunidade de lucro.

Se você tem paixão as pessoas vão até você, se você for profissional já tem uma grande chance de ter resultados incríveis.

Empreender do zero

Sei que empreender do zero e um desafio, mas apenas pesquisar não vai te levar a nada. Você tem agir em direção a sua meta, seja empreender ou apenas ganhar um dinheiro extra.

Qual a melhor maneira de começar? Decida qual mercado vai escolher, conheça bem o seu mercado, lei livros inspiradores, planeje-se, treine sua mente para ver o obvio. Assine nossa lista para ficar por dentro das novidades é sucesso na sua nova jornada.

OBS: Eu sei que tem 23, isso e over delivery, entregar mais que você promete.

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(Tweet) 27% do PIB americano são provenientes da indústria do Marketing Multinível;

(Tweet) 24% do PIB japonês é proveniente da indústria do Marketing Multinível;

(Tweet) 20% dos milionários americanos construíram sua fortuna com negócios baseados em Marketing Multinível;

(Tweete-commerce brasileiro faturou em 2016 o total de R$ 53,4 bilhões.

 

 

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